"Eu quero que dê certo, não estraga, por favor. Não estraga, não estraga, não estraga."
Tati Bernardi. (via icanbefixed)

(Source: the-landsliide)


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16.05.2012 às 15:38


gabrielcezar:

Mas você sabe, eu sempre faço tudo errado (…)

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Mas você sabe, eu sempre faço tudo errado (…)


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26.12.2011 às 21:43



(Source: 3-deagosto)


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07.12.2011 às 16:58




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07.12.2011 às 16:17



(Source: porra-kstew)


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01.12.2011 às 15:10



Eu realmente não sei reagir a elogios.

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01.12.2011 às 15:03


(Source: renunciar-te)


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01.12.2011 às 15:03



(Source: 3-deagosto)


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25.11.2011 às 17:11



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24.11.2011 às 11:40



”(…) Ela nunca se deu bem com as pessoas. Já tinha se magoado, mais do que imaginaria em vida. Aprendeu a distanciar-se delas, sem nem ter a chance de se aproximar. Aos olhos de quem a julgava, era aquela típica garota com medo do escuro e do que poderia existir em seu coração, porque de fato, até ela desconhecia a grandeza da sua dor. Enquanto o mundo girava, ela colocava aqueles mesmos fones de ouvido de sempre e trancava-se, como se a cada nova canção ela morresse e vivesse novamente. Sempre havia sido assim. Nunca tinha deixado alguém ultrapassar aquela barreira que costumava chamar de ‘auto-proteção’ e tão cedo não cederia. Mas é claro, não podia negar que todas as noites, ela sentia aquele vazio que a deixava mais fria à cada pensamento, a cada respiração, a cada segundo. (…) Deixou o tempo passar, como se a vida fosse evoluir também. Nada. Nenhum progresso, nenhuma melhora, nenhuma companhia. Absolutamente ninguém esforçava-se pra ganhá-la, pra tirá-la o fôlego, pra fazê-la se apaixonar. ‘O que há de errado comigo?’ nem fazia mais parte do seu vocabulário, de tantas vezes que já tinha sido dito. Esse esquecimento só foi um impulso, pra ela afogar-se em solidão. Morreu… Mas continuou vivendo. Sofreu… Mas continuou sorrindo. Mentiu… Mas continuou acreditando que em algum lugar do mundo, ainda existia a verdade.”

”(…) Ela nunca se deu bem com as pessoas. Já tinha se magoado, mais do que imaginaria em vida. Aprendeu a distanciar-se delas, sem nem ter a chance de se aproximar. Aos olhos de quem a julgava, era aquela típica garota com medo do escuro e do que poderia existir em seu coração, porque de fato, até ela desconhecia a grandeza da sua dor. Enquanto o mundo girava, ela colocava aqueles mesmos fones de ouvido de sempre e trancava-se, como se a cada nova canção ela morresse e vivesse novamente. Sempre havia sido assim. Nunca tinha deixado alguém ultrapassar aquela barreira que costumava chamar de ‘auto-proteção’ e tão cedo não cederia. Mas é claro, não podia negar que todas as noites, ela sentia aquele vazio que a deixava mais fria à cada pensamento, a cada respiração, a cada segundo. (…) Deixou o tempo passar, como se a vida fosse evoluir também. Nada. Nenhum progresso, nenhuma melhora, nenhuma companhia. Absolutamente ninguém esforçava-se pra ganhá-la, pra tirá-la o fôlego, pra fazê-la se apaixonar. ‘O que há de errado comigo?’ nem fazia mais parte do seu vocabulário, de tantas vezes que já tinha sido dito. Esse esquecimento só foi um impulso, pra ela afogar-se em solidão. Morreu… Mas continuou vivendo. Sofreu… Mas continuou sorrindo. Mentiu… Mas continuou acreditando que em algum lugar do mundo, ainda existia a verdade.

(Source: oisousincero)


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24.11.2011 às 10:34



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